SUGESTÕES E PROPOSTAS DOS ENCONTROS PRESENCIAIS DO PLANO MUNICIPAL DE CULTURA (ZONA OESTE)

Seguem abaixo as propostas e sugestões do encontro presencial na Escola Municipal Celestino Pimentel, que ocorreu neste dia 09 de outubro as 19h00 para debater a elaboração do Plano Municipal de Cultura.

O próximo encontro será no dia 13/10 (segunda-feira, às 19hs, na Fundação Fé e Alegria no bairro Lagoa Azul.

Contamos com sua presença!

 

PROPOSTAS E SUGESTÕES ENCAMINHADAS PRESENCIALMENTE PELOS PARTICIPANTES:
(PUBLICAÇÃO NA ÍNTEGRA, SEM ANÁLISE TÉCNICA DOS GTS):
1. “Revitalizar os espaços que existe no bairro que os artistas ou grupos da comunidade
possam apresentar seus trabalhos. Realizar palestras com os professores da escola
para incentivar o trabalho artísticos com os alunos. Fazer contato com os professores
de educação artística e dos segmentos de apoio da escola para fortalecer o trabalho
cultural que existe na escola (Ângela Rosemary – angelpessoa19@yahoo.com.br)”.
2. “Realizar audiências públicas, ruas de lazer, mapeamento dos grupos culturais do
bairro, cursos de elaboração de projetos (Maria das Graças da Silva Lucas –
gracalucas3@yahoo.com.br)”.
3. “Realizar mais apresentações culturais e realizar projetos de apresentações públicas
(Jacylene da Silva – jacylenesilva85@gmail.com)”.
4. “O poder público, através da Secretaria de Cultura, abrir criação de projetos para que a
população não pague para fazer projetos. Criação de projetos com acessibilidade para
grupos de dança (Marcos Aurélio dos Santos – jacylenesilva85@gmail.com )”.
5. “Lançar um edital exclusivo para a capoeira, programa municipal de capoeira para as
escolas municipais e um festival municipal de capoeira (Nivaldo Freire da Silva –
arrepiocapoeira@bol.com.br)”.
DEBATES:
 Impactos causados pela construção da UPA próxima a equipamentos de cultura, esporte
e lazer, identificado como área histórica de atividades no Bairro da Cidade da Esperança.
 Ausência de critérios normatizados (Regimentos e Regulamentos) para liberação e uso
dos espaços públicos e/ou comunitários geridos por representantes da população.
 Falta de continuidade de trabalhos realizados por grupos, cias e coletivos artísticos que
acabam antes de sua profissionalização.
 Necessidade de planejar e preencher os espaços públicos ociosos com programações
artísticas e cultura com o apoio do Poder Público Municipal.

 

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